Sempre que o calendário nos apresenta um ano repleto de feriados prolongados e as famosas "emendas", surge um debate natural na sociedade. De um lado, setores como a indústria e o comércio tradicional preveem perdas devido aos dias de paralisação; do outro, surge o turismo como o grande catalisador de recursos e esforços, transformando o que alguns chamam de prejuízo em uma poderosa fonte de geração de renda. Atualmente, o turismo representa cerca de 8% do PIB brasileiro e demonstra um fôlego impressionante para continuar crescendo, consolidando-se como uma cadeia produtiva que envolve mais de 50 atividades econômicas diferentes.
Para que essa engrenagem funcione perfeitamente, tanto para o turista quanto para o empresário, o planejamento é a peça-chave. Em 2026, além das celebrações tradicionais como Páscoa e Corpus Christi, teremos uma sequência estratégica de datas que permitem emendas, como Tiradentes, Dia do Trabalhador, Independência e Nossa Senhora Aparecida, além do Dia da Consciência Negra, que cairá em uma sexta-feira. No entanto, o sucesso desses períodos exige mais do que apenas um calendário favorável; o mercado atual, cada vez mais exigente, demanda organização, qualificação e, acima de tudo, uma excelente capacidade receptiva.
No fim das contas, é preciso entender que o turismo vai além do ato de viajar; ele é a realização de sonhos e a entrega de experiências de vida. Por isso, o preparo dos trabalhadores do setor no tratamento com o público é fundamental, pois a boa recepção é o que garante a repercussão positiva e a fidelização de novos clientes. Ao encarar os feriados com profissionalismo e hospitalidade, transformamos o tempo livre em desenvolvimento econômico e o Brasil em um destino cada vez mais desejado e respeitado mundialmente.
Publicado nos portais: ln21.com.br e agctur.com.br

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